
Durante este ano o grupo pioneiro 26 seguiu um empreendimento( desde Janeiro) cujo tema era a fuga dos hebreus do Egipto, a passagem bíblica conhecida por todos.
A última actividade do ano foi uma descida de rio no rio Zêzere desde Dornes até Rio Cimeiro. O acampamento durou quatro dias e não começou da melhor maneira pois o grupo pioneiro perdeu o autocarro que os levaria de Sete Rios até a Ferreira do Zêzere, por volta das sete da manhã, devido aos tão habituais atrasos que têm vindo a caracterizar o grupo ao longo do ano e que, infelizmente, não houve nenhum membro do grupo a manter-se inteiramente fiel aos horários.
No primeiro dia, a concentração era ás seis e meia em Sete Rios para na partida, que era ás sete não houvessem atrasos. Houve atrasos e perdeu-se a camioneta, tendo ficado decido que o grupo iria esperar dez horas na central de camionetas de Sete Rios, pois ao fim deste tempo, uma nova camioneta partiria para Ferreira do Zêzere. As dez horas de espera foram aproveitadas para se falar nos atrasos, do ano e, sobretudo, para descansar. Ao fim de dez horas de espera, lá se apanhou a camioneta e o condutor acedeu a deixar-nos não em Ferreira do Zêzere mas numa terra mais perto da Ereira que era o local em que o grupo iria pernoitar nas duas noites seguintes. Depois de chegados a campo, propriedade da chefe Rita Luís, montá-mos campo e preparámos o jantar, acabando o dia com uma oração antes de nos irmos deitar.
No segundo dia, foi-se recuperar tempo perdido, por isso logo de manhã fomos para um eucaliptal perto do campo arranjar troncos para a construção das jangadas. Esta actividade que incluía serrar, arrastar e transportar a madeira durou a manhã toda. Da parte da tarde, as equipas estiveram a construir as estruturas das jangadas, para que no dia da descida de rio ser mais fácil e rápida a preparação das mesmas.
No terceiro dia as equipas fizeram um mini-raid desde a aldeia da Ereira até ao Lagar de S.Guilherme em que se montou campo. A seguir ao almoço, a tarde foi passada num ambiente mais relaxado em que se jogou às cartas, dormiu, brincou e relaxou, sendo que ao final da tarde, o grupo foi até a uma praia fluvial ali perto tomar um banho. À noite chegaram os chefes Carlos, Rui, Paulo e um amigo deste último chamado Carlos.
No quarto a descida de rio que começou com cerca de duas horas de construções e só ao fim deste tempo é que tudo estava a postos para a partida. A primeira baixa no que toca a jangadas foi a Equipa Camaleão que ao sair rebentou uma das suas bóias. Houve dois grupos no que toca às posições da corrida: o primeiro grupo em que a Leão liderava seguida de perto pela Castor e o segundo grupo que juntou a Lince e a Camaleão. As posições de chagadas são as referidas anteriormente.
No último dia arrumou-se todo o material e desmontaram-se as jangadas. Depois do almoço partimos a pé para apanhar-mos a camioneta até o Campo Grande em Lisboa. Chegados a Lisboa, arrumá-mos o material na sede e despedimos-nos.
BOA CAÇA!
A última actividade do ano foi uma descida de rio no rio Zêzere desde Dornes até Rio Cimeiro. O acampamento durou quatro dias e não começou da melhor maneira pois o grupo pioneiro perdeu o autocarro que os levaria de Sete Rios até a Ferreira do Zêzere, por volta das sete da manhã, devido aos tão habituais atrasos que têm vindo a caracterizar o grupo ao longo do ano e que, infelizmente, não houve nenhum membro do grupo a manter-se inteiramente fiel aos horários.
No primeiro dia, a concentração era ás seis e meia em Sete Rios para na partida, que era ás sete não houvessem atrasos. Houve atrasos e perdeu-se a camioneta, tendo ficado decido que o grupo iria esperar dez horas na central de camionetas de Sete Rios, pois ao fim deste tempo, uma nova camioneta partiria para Ferreira do Zêzere. As dez horas de espera foram aproveitadas para se falar nos atrasos, do ano e, sobretudo, para descansar. Ao fim de dez horas de espera, lá se apanhou a camioneta e o condutor acedeu a deixar-nos não em Ferreira do Zêzere mas numa terra mais perto da Ereira que era o local em que o grupo iria pernoitar nas duas noites seguintes. Depois de chegados a campo, propriedade da chefe Rita Luís, montá-mos campo e preparámos o jantar, acabando o dia com uma oração antes de nos irmos deitar.
No segundo dia, foi-se recuperar tempo perdido, por isso logo de manhã fomos para um eucaliptal perto do campo arranjar troncos para a construção das jangadas. Esta actividade que incluía serrar, arrastar e transportar a madeira durou a manhã toda. Da parte da tarde, as equipas estiveram a construir as estruturas das jangadas, para que no dia da descida de rio ser mais fácil e rápida a preparação das mesmas.
No terceiro dia as equipas fizeram um mini-raid desde a aldeia da Ereira até ao Lagar de S.Guilherme em que se montou campo. A seguir ao almoço, a tarde foi passada num ambiente mais relaxado em que se jogou às cartas, dormiu, brincou e relaxou, sendo que ao final da tarde, o grupo foi até a uma praia fluvial ali perto tomar um banho. À noite chegaram os chefes Carlos, Rui, Paulo e um amigo deste último chamado Carlos.
No quarto a descida de rio que começou com cerca de duas horas de construções e só ao fim deste tempo é que tudo estava a postos para a partida. A primeira baixa no que toca a jangadas foi a Equipa Camaleão que ao sair rebentou uma das suas bóias. Houve dois grupos no que toca às posições da corrida: o primeiro grupo em que a Leão liderava seguida de perto pela Castor e o segundo grupo que juntou a Lince e a Camaleão. As posições de chagadas são as referidas anteriormente.
No último dia arrumou-se todo o material e desmontaram-se as jangadas. Depois do almoço partimos a pé para apanhar-mos a camioneta até o Campo Grande em Lisboa. Chegados a Lisboa, arrumá-mos o material na sede e despedimos-nos.
BOA CAÇA!



