
Hoje celebra-se o 34º aniversário do 25 de Abril, data histórica para Portugal...
No dia 24 de Abril de 1974, por volta das 22h55 minutos, passou na rádio “E depois do Adeus”, de Paulo de Carvalho, sendo a passagem desta música um sinal préviamente combinado pelas forças que desencadearam a revolução. O segundo sinal veio da rádio renascença, ao passar “Grândola vila morena”, de José Afonso, pelas 0h20 minutos.
Os vários exércitos portugueses começaram a revolução, com o lema “não há sangue”. Em Lisboa, o capitão Salgueiro Maia liderou o movimento que fez com que Marcelo Caetano se rendesse. As suas forças cercaram o quartel do Carmo, onde se encontrava Marcelo Caetano, que a única exigência que fez foi entregar o poder ao General António de Spínola, para que o poder “não caisse na rua”. Marcelo Caetano partiu depois para a Madeira, tendo-se exilado para o Brasil.
Apesar das palavras de ordem de não-violência, houve 4 mortos, quando a polícia política (PIDE), disparou sobre um grupo de manifestantes.
Portugal, antes de 25 de Abril de 1974, vivia uma ditadura, liderada por Oliveira Salazar, constituindo o Estado Novo.Em 1968, Salazar teve uma queda, sofrendo graves lesões cerebrais, tendo Marcelo Caetano tomado o poder.
O Estado Novo possuia a PIDE (polícia política), que perseguia os opositores ao regime. O regime passava por manter as colónias do Ultramar, como Angola ou Moçambique, e ter um regime fascista. Existia um grande grau de pobreza, apesar de nesta altura ter havido um crescimento económico.
Um dos simbolos mais marcantes do 25 de Abril foi o cravo, que se conta que começou por uma florista que ia distribuir cravos para a abertura dum hotel, viu um soldado português e colocou-lhe um na espingarda, depois todos os soldados o fizeram.
http://www.youtube.com/watch?v=ti8AsJZdbDU
João Moreno
No dia 24 de Abril de 1974, por volta das 22h55 minutos, passou na rádio “E depois do Adeus”, de Paulo de Carvalho, sendo a passagem desta música um sinal préviamente combinado pelas forças que desencadearam a revolução. O segundo sinal veio da rádio renascença, ao passar “Grândola vila morena”, de José Afonso, pelas 0h20 minutos.
Os vários exércitos portugueses começaram a revolução, com o lema “não há sangue”. Em Lisboa, o capitão Salgueiro Maia liderou o movimento que fez com que Marcelo Caetano se rendesse. As suas forças cercaram o quartel do Carmo, onde se encontrava Marcelo Caetano, que a única exigência que fez foi entregar o poder ao General António de Spínola, para que o poder “não caisse na rua”. Marcelo Caetano partiu depois para a Madeira, tendo-se exilado para o Brasil.
Apesar das palavras de ordem de não-violência, houve 4 mortos, quando a polícia política (PIDE), disparou sobre um grupo de manifestantes.
Portugal, antes de 25 de Abril de 1974, vivia uma ditadura, liderada por Oliveira Salazar, constituindo o Estado Novo.Em 1968, Salazar teve uma queda, sofrendo graves lesões cerebrais, tendo Marcelo Caetano tomado o poder.
O Estado Novo possuia a PIDE (polícia política), que perseguia os opositores ao regime. O regime passava por manter as colónias do Ultramar, como Angola ou Moçambique, e ter um regime fascista. Existia um grande grau de pobreza, apesar de nesta altura ter havido um crescimento económico.
Um dos simbolos mais marcantes do 25 de Abril foi o cravo, que se conta que começou por uma florista que ia distribuir cravos para a abertura dum hotel, viu um soldado português e colocou-lhe um na espingarda, depois todos os soldados o fizeram.
http://www.youtube.com/watch?v=ti8AsJZdbDU
João Moreno
4 comentários:
este post não tem a ver cm politica, mas sim sobre um momento da história portuguesa, dai este post ser inserido na ambito da prova da realidade historica e dos principios basicos da elaboração duma noticia.
FORÇA JOAO MORENO!TOU CONTIGO CAMARADA!LOOOOOOOOOOOOOL
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