Desde que os franceses de Napoleão foram expulsos do país, que os portugueses começaram a sentir que o governo dos nossos aliados ingleses que se tinha instalado no nosso território, já não fazia sentido e que tinham que chamar o seu rei de volta do Brasil. Enquanto eles estavam à frente, os interesses nacionais não estavam a ser defendidos e alguma coisa tinha que ser feita.
Começou então a surgir um movimento secreto para fazer a Revolução, mas não se podia perder uma oportunidade destas de dar uma volta ao regime absolutista, tinha que melhorar a vida para todos. Sem rei, não há ninguém para governar, mas com um rei que foge, também não podiam estar descansados. A Revolução francesa tinha inspirado os portugueses para instalar um regime liberal e era esse o objectivo...

Os nossos pioneiros foram então convocados para uma reunião secreta onde se iria planear a tal revolução, mas era uma decisão complicada, muita coisa estava em jogo. Então tentaram saber o que pensavam os portugueses de tudo isto e se o estado da Nação era assim tão mau, ou se eram apenas alguns oportunistas a querer subir na vida. Entrevistaram então algumas pessoas no sentido de saber a opinião pública (ver publicação abaixo).

Ao chegar ao local da reunião, montaram o campo e foram logo reunir informação. Num descampado escuro, corriam para reunir as suas opiniões sobre o que tinha corrido mal no último trimestre, mas mesmo assim não se sentiam em segurança, pois a informação podia revelar-lhes os planos e serem enforcados. Então comunicavam por códigos, dados numa chave alternada de números que tinham na mão.



No dia seguinte construíram a central de operações e atacaram os ingleses na praia, eram já 17h. Foram a cavalo e encheram os barcos com ingleses de água, não lhes deixando outra alternativa senão rumar a Londres.


À noite os portugueses receberam o mensageiro do Rei, um simpático brasileiro que até aceitou participar nos festejos. Tinha sido convocado para vir ver se já havia condições para a família real voltar e acabou a ensinar-nos um sambinha...

Era motivo para festejar, mas o trabalho estava longe de ser acabado e os pioneiros sabiam disso, por isso pediram a bênção e puseram mãos à obra. Como não gostam de deixar nada a meio, começaram logo o árduo trabalho de escrever a constituição. A primeira em Portugal! Não foi fácil arranjar argumentos para convencer as pessoas importantes do país a entrarem no esquema, mas a programar e a ter ideias, eles são mesmo muito bons e lá conseguiram arranjar maneira de terminar o documento em que os poderes legislativo, executivo e judicial de separam e é o povo que decide quem manda. Viram ainda como vai funcionar o trabalho de cargos, o Empreendimento e o Progresso Individual!!!



Deu tempo para quase tudo, menos chegar a horas à sede. Então, com a alma de portugueses renovada, ficaram de procurar em casa a sua própria identidade enquanto escuteiros para trazerem a seguir às férias e preparar a escolha do seu Totem pessoal.
Com quem sabe das coisas à frente, o final do ano promete...